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sexta-feira, 28 de outubro de 2011

Crises de Birra, esteja preparada (o) para lidar com ela...!

Comportamento


Eu quero, eu quero, eu quero!

Crises de birra são comuns entre os pequenos. Como elas podem acontecer na escola também, esteja preparada para lidar com a situação

Por Mariana de Viveiros
Quando buscar ajuda
Ao perceber que determinado aluno se descontrola e faz birra frequentemente e que não consegue lidar com a situação nem conversando nem usando os combinados, o professor deve chamar os pais para uma conversa. "É preciso perguntar se a criança tem o mesmo comportamento em casa e se há algum fato que esteja provocando as crises, por exemplo, separação dos pais, nascimento de um irmão etc.", orienta Maria Dolores. Após essa conversa é possível saber se a criança precisará da ajuda de um psicólogo. É esse profissional que pode fazer um diagnóstico para saber se será necessário acompanhamento de outros profissionais, como fonoaudiólogo e neurologista, por exemplo.
Quando é normal?
De acordo com a pediatra Ana Maria Escobar, a birra é normal entre 1 e 2 anos de idade, quando a criança ainda não sabe falar e se expressar, embora já entenda o sim e o não, o pode e o não pode. "A partir dos 3 anos não é mais normal, porque ela já pode usar a fala para contra-argumentar", diz. Mas Maria Dolores conta que já deparou com crianças birrentas de até 7 anos. "Isso acontece quando a criança não aprendeu que a birra não funciona, não aprendeu a lidar com a frustração, ou seja, de certa forma foi estimulada a conseguir as coisas na base do berro", afirma. "Quando a criança já sabe falar, a birra passa a ter características de malcriação, pois ela briga de 'igual para igual' com adultos, falando coisas como 'eu mando', 'eu quero', 'é meu', 'eu te odeio' etc.", completa. Para Carmen Silvia o ambiente escolar enfraquece a birra. "Crianças que vão à escola desde pequenas tendem a ser menos birrentas, pois se tornam mais sociáveis e aprendem que precisam seguir regras".

Dica esperta!
Na hora de falar "não" para a criança o adulto deve ser seguro e olhar nos olhos dela sem desviar o olhar. "Os pais conseguem fazer isso melhor que as mães, que têm o coração mais mole e ficam com dó ao presenciar o choro sentido", afirma Maria Dolores.


Dica de leitura!

★ Dani Furacão
Daniela, a Dani Furacão, relata diferentes situações em que explode de raiva. Quando é contrariada, suas explosões geram problemas de relacionamento com amigos e familiares. Até que, com a ajuda dos pais, ela percebe que bater ou gritar não soluciona os problemas. Pelo contrário, cria outros. Ela aprender que o diálogo e o respeito trazem muito mais alegria e harmonia para a vida. Autora: Carmen Lucia Campos Ilustrações: Cecília Esteves Editora: Escala Educacional Preço: R$ 19,90 Onde encontrar:
www.escalaeducacional.com.br


Parceria com os pais
A coordenação do Centro Objetivo promoveu uma mesa redonda com os pais para ajudá-los a lidar com a birra dos filhos. "Formamos um círculo e os pais foram contando suas experiências. Depois eu e outra psicóloga da escola os orientamos a lidar com esse comportamento comum na infância", conta Maria Dolores.


FONTE Uol notícias

quinta-feira, 27 de outubro de 2011

Será que me tornei viciado em Trabalho [workaholic]?

Comportamento
Um 'papo amigo' sobre emoções, sentimentos, autoconhecimento, autoestima e psique
Será que me tornei viciado em Trabalho [workaholic]?
"O vício em trabalho pode ser atraente ao impedir a experiência das próprias emoções"
O trabalho em excesso muitas vezes tem inconscientemente o intuito de não ter tempo para pensar. O vício em trabalho mantém muitas vezes as emoções dolorosas afastadas da consciência, ou seja, pode representar uma fuga das emoções mais profundas.
É como uma droga, onde são necessárias doses cada vez maiores para se alcançar os mesmos resultados e, como todas as drogas, não consegue mascarar a dor indefinidamente, ainda que a princípio ninguém assuma a presença de alguma dor.
Para muitos é um total absurdo sequer pensar que o trabalho excessivo possa ser um sinal de que esteja fugindo de algo. Não podemos negar as responsabilidades assumidas, as contas a serem pagas, a competição acirrada nos grandes centros comercias, mas tudo deve ter um equilíbrio. E quando a atenção está voltada muito mais para apenas uma área da vida é preciso reavaliar tudo.

Também não me refiro a uma fase da vida em que é preciso conciliar trabalho, faculdade, vida pessoal, onde a sobrecarga é inevitável, pois está em fase de preparação para uma vida.

O vício em trabalho pode ser atraente ao impedir a experiência das emoções. Um workaholic passa de um projeto a outro, ou até de um emprego para outro, sem nunca parar e analisar se é mesmo o que quer para si. A compulsividade é tão intensa tanto em um projeto, como em qualquer outro.
Trabalha durante horas, sem interrupção, não apenas para concluir um projeto como acredita, mas para se anestesiar. Quanto mais trabalha, mais precisa trabalhar. A única emoção experimentada é a satisfação temporária que surge com a conclusão de algum projeto, que é logo substituído pela necessidade de realizar alguma outra coisa. Mesmo apesar do cansaço, da fadiga transformando-se em exaustão, estresse, correndo o risco de adoecer gravemente pela sobrecarga, não consegue parar. Trabalhando exaustivamente não há tempo para pensar sobre outras coisas, e principalmente, não há tempo para sentir.
Pode atingir tanto homens como mulheres.

Os homens em geral se afastam da família, esposa, namorada e filhos. Tudo que possa representar emoções ou entrar em contato com seus verdadeiros sentimentos. Ir para casa cedo e se deparar com uma mulher que irá cobrá-lo por sua ausência ou que quer conversar sobre a relação, poderá fazê-lo entrar em contato com o significado de manter o casamento, assunto o qual não quer falar. Afoga-se em trabalho, chega mais tarde para não ser confrontado e o círculo vicioso se mantém.

O mesmo acontece com mulheres, independente de terem uma carreira profissional. Umas trabalham fora e em excesso, outras se ocupam dos cuidados com os filhos, a casa, a ponto de esquecerem que há um casamento, uma vida em comum, uma vida própria, esquecendo-se de si mesmas. A fuga para o trabalho, seja criar os filhos, ficar até tarde no escritório diariamente, sair de um trabalho e entrar em outro, pode ser o seu jeito de permanecer na escuridão de seus sentimentos, pois a atividade excessiva impede de pensar sobre o que sente, pois nunca há tempo para isso.

Quem acorda às seis horas da manhã, toma banho, leva os filhos para escola, vai para academia, depois para o trabalho, onde começa uma reunião atrás da outra, e quando bate uma fome pede por telefone um sanduíche que irá comer no mesmo local. Afinal, não há tempo para se alimentar, quem dirá para ligar para casa, saber se todos estão bem e ainda correr o risco do outro lado da linha alguém contar algum problema, nem pensar! Depois que a maioria das pessoas no escritório vão embora, ele continua. Ir para casa e encontrar todos acordados? Ou mesmo quem mora só, ir para casa e ficar sozinho com os próprios sentimentos? Ter silêncio suficiente para ouvir sua própria voz?

Para não se correr nenhum risco, o melhor mesmo é ocupar o tempo, o máximo que for possível, fazendo de conta que se está seguro (a) enquanto trabalha, seja com as necessidades dos filhos, da casa, fazendo de cada tarefa uma exigência urgente a ser cumprida, tendo a certeza de que realmente estará seguro (a).

Do quê? Para evitar entrar em contato com as insatisfações que algumas das áreas de sua vida proporcionam? Para não enfrentar a dor que determinada situação está lhe causando?
Se suspeita ou tem certeza que é um compulsivo no que faz, pergunte-se:
- Minhas atividades/projetos são mais importantes do que as pessoas que amo?
- Nunca tenho tempo suficiente para fazer tudo que preciso?
- Sinto que tenho que estar envolvido em alguma atividade o tempo todo?
- Mesmo cansado, não me permito parar?
- Fico impaciente sempre que sou interrompido?
- Será que minhas atividades estão encobrindo algum sentimento?
Se responder sim a qualquer uma das perguntas acima, explore melhor seus sentimentos em cada área de sua vida.

- Como está sua vida afetiva? Está próxima de como gostaria que estivesse? O que tem feito para isso? Há quanto tempo não conversam sobre o relacionamento ou expressa o que sente verdadeiramente?

- Está sozinho? O que isso representa para você? Tem aproveitado esse momento para elevar seu autoconhecimento e fazer mais coisas por si mesmo?

- Está trabalhando no que gosta?

- O que tem feito por você e por aqueles que ama?

- Tem tido tempo para dar um telefonema no meio do dia para saber como estão ou só para dizer a alguém o quanto ama?

Depois de toda essa reflexão é bem provável que perceba que nem tudo está como gostaria que estivesse, mas é preciso ter consciência que enquanto continuar fugindo, tudo permanecerá como está e nada mudará. Se for assim que quer passar os próximos anos de sua vida, mantenha tudo igual. Mas se dentro de você algo lhe clama por ser mais feliz, pare de fugir, permita-se ter mais tempo para saber o que sente e por que sente. Perceba que sua vida pode ser muito mais do que se envolver em atividades de modo compulsivo. Quanto mais fugir, mais estará adiando esse momento.


por Rosemeire Zago

 
Rosemeire Zago
é psicóloga clínica com
abordagem junguiana
>> Mais informações >>

Fonte: http://www2.uol.com.br/vyaestelar/comportamento_workaholic.htm

terça-feira, 11 de outubro de 2011

Evangelismo de rua

EVANGELISMO DE RUA


Se você deseja evangelizar as crianças do bairro ou da redondeza esta é uma ideia simples e bastante interessante.  
Bom, para começar qualquer trabalho é necessário planejamento, afinal, com organização tudo correrá bem. Então comece organizando uma equipe de pessoas dispostas a saírem para convidar as crianças do bairro, essa equipe pode ser formada por pessoas de diversas faixas etárias como; adolescentes, jovens, adultos e até mesmo pelas crianças maiores.
Eles podem estar vestidos de uma maneira bem atrativa, com roupas e chapéus coloridos, com buzinas e apitos e é claro o mais importante, com os convites que tenham o endereço da igreja e o horário do evento para as crianças. Este tipo de trabalho pode acontecer no dia ou na semana de algum evento especial na igreja como EBF, congresso infantil, uma festinha especial na escola dominical ou um culto de evangelismo para crianças.
O grupo pode ir pelas ruas do bairro de preferencia em um final de semana onde as crianças não estão na escola, ou em um dia de semana depois das cinco quando eles já retornaram das aulas.  Outra sugestão interessante é que pode ser feito também na saída da escola, ou se houver a permissão da direção de classe em classe para um convite rápido e objetivo.
Para elaborar o cartãozinho do convite use sua criatividade, pode ser feito a mão como uma lembrancinha, ou use o nosso modelo abaixo que pode ser impresso e acompanhado de um docinho que é claro, eles adoram!
Caso as crianças convidadas forem de um bairro distante da igreja ou do evento,  você pode marcar um local e um horário onde haverá uma condução para busca-los, e não esqueça de avisar a que horas estarão retornando,  dando assim mais segurança aos pais e responsáveis.
Agora um detalhe muito importante: Ao receber seus convidados na igreja não se esqueça de dar um lugar especial para eles, com uma recepção calorosa e alegre, afinal depois de tanto esforço os que se interessaram em comparecer devem saber que sua presença é muito importante.
E para finalizar, não esqueça da oração, pois as adversidades se levantarão mas no poder da oração elas cairão por terra.   
Agora uma dica que vale não só para este trabalho mas, para diversas áreas na obra de Deus: Se você não conseguiu tudo que desejava para começar o projeto, se as pessoas que você pensou que te ajudariam não se dispuseram a estar contigo, não desanime, organize-se com o que você tem e comece conforme as suas possibilidades, que o Senhor te ajudará, as vezes se esperamos ter tudo que sonhamos para começar  algo, nunca começaremos.
Que Deus te abençoe
Tia Pri


segunda-feira, 10 de outubro de 2011

Cada vez mais cedo crianças viram pastores e preocupam psicólogos

EVANGELISMO

OVELHAS NO LUGAR DE PASTORES

Cada vez mais cedo crianças viram pastores e preocupam psicólogos

De terno, gravata e olhar sério. É assim que Matheus Moraes, 13 anos, divide as atividades escolares, brincadeiras, aulas de música e partidas de futebol com algo que considera muito mais importante. Ele é um dos precoces pastores mirins que estão tomando os púlpitos de igrejas evangélicas, crianças que se destacam pela desenvoltura da fala, surpreendem com a capacidade de raciocínio rápido e boa memória, e se tornam quase que imediatamente responsáveis pela conversão de centenas de fiéis.

Como Matheus, a estudante Ana Carolina Dias, hoje com 17 anos, foi uma das primeiras crianças a se tornar pregadora no Brasil. Iniciou sua carreira aos quatro. Aos sete, um vídeo em que aparece pregando foi publicado no Youtube, virou funk e bateu recorde de audiência. A postagem original foi vista quase 2 milhões de vezes. A “Menina Pastora”, como ficou conhecida, permanece na igreja até hoje. Além de pregar quase diariamente para centenas de fiéis, participa de congressos e eventos em todo o País. Paralelamente, estuda Física na Universidade Rural do Rio de Janeiro.

Os dois, filhos de pais evangélicos, são considerados pedras preciosas para as igrejas. Colocados à frente das pregações, sensibilizam centenas de fiéis e mantêm uma agenda lotada. Matheus, por exemplo, já gravou 30 DVDs com louvores e cantos, à venda em seu site. Acumula as funções de pastor, cantor e estudante. Viagens são rotina em sua vida. 

Da mesma forma, Ana Carolina conheceu a Europa para pregar e atualmente coordena a vida particular com inúmeras funções na igreja. Mas o que desperta orgulho na família e faz sucesso nos púlpitos das igrejas também causa apreensões, especialmente de psicólogos. Afinal, a responsabilidade de mobilizar multidões frequentemente pode pesar, embora na maioria das vezes o talento destas crianças seja encarado meramente como uma vocação, e não obrigação. 

Filho de peixe

Francinete Moraes fez cirurgia para não engravidar após dar à luz seu terceiro filho. Mesmo assim, depois de 13 anos, teve Matheus. Ainda bebê, o menino ficou em coma em função de problemas respiratórios e, durante o período, a família se debruçou em súplicas e orações. Para eles, sua sobrevivência foi um milagre e seu pai, Juanez Moraes, frequentador da Assembleia de Deus, virou pastor. Três anos depois, era Matheus que, ainda sem saber falar todas as palavras, pregou na igreja pela primeira vez. “Lembro perfeitamente: foi na cidade de Estrela Dalva, no interior de Minas Gerais, eu nem sabia falar direito”, conta o menino. Aos seis anos, já era reconhecido como um pequeno missionário.

A história de Carolina é semelhante. Quando tinha apenas três anos, teve uma inflamação que afetou seu intestino e garganta. Ficou internada durante dez dias e, segundo o pai, o pastor Ezequiel Dias, foi desenganada pelos médicos. “Ela faleceu em meus braços, até que orei a Deus e a Carolina voltou à vida. E voltou servindo a esse Deus”, diz ele, que fala pela filha e cuida de todos os seus interesses. “Mesmo falando errado, pois era criança, pregava a Palavra”. Desde então, Carolina nunca mais deixou de pregar. Ezequiel garante não ter havido pressão familiar e afirma que a menina jamais teve problemas para conciliar suas funções na igreja com os estudos.
Matheus também afirma que nunca foi pressionado para seguir a vida religiosa. “Nunca deixei e nem deixo de fazer nada por conta do Evangelho. Eu tenho uma vida normal, como toda criança: jogo bola, vou à escola [ele está no sexto ano do Ensino Fundamental, na escola particular Santa Mônica, no Rio de Janeiro], convivo com amigos”, ressalta o garoto. “Faço tudo o que as demais crianças fazem, mas com responsabilidade, pois tenho um compromisso com Deus”.

O fato de pregar hoje para multidões não parece incomodá-lo: “Eu sabia qual era a minha missão. Deus tinha uma promessa para mim. Tive certeza da minha vocação aos cinco anos, quando estava louvando em uma igreja do Méier e Deus falava comigo sobre a cura”. Matheus admite suas atividades religiosas são motivo de preconceito: “Hoje, 70% dos meninos querem ser jogadores de futebol e sinto que sou discriminado por pregar a Palavra, pelo fato de correr atrás da Bíblia. Eles não gostam, encarnam em mim. Não sou um garoto admirado”.

Ana Carolina e Matheus entendem que foram escolhidos. Para eles, a função exercida é, sobretudo, uma vocação. Mas nem todos concordam. Pastora há cinco anos de uma das igrejas da Assembleia de Deus, a teóloga Maria Vita Umbelino diz ver “quase diariamente” crianças sendo levadas pelos pais até a igreja para se transformarem em pequenos pastores. “No meu Ministério eu não tenho criança pregando, sou contra”, diz ela. “Esse período é de aproveitar as brincadeiras típicas da idade e esperar pelo amadurecimento”. Segundo Maria Vita, a escola bíblica oferecida pela igreja já é “mais do que suficiente para o primeiro contato dos jovens”.

A pastora acredita que a iniciação precoce na pregação resulta no desinteresse futuro de seguir o caminho da fé. A psicóloga especializada em terapia familiar Aldvan Figueiredo concorda, explicando que o contato das crianças com a espiritualidade é comum e geralmente despertado entre os cinco e sete anos de idade. “Os pais não precisam se preocupar, desde que o interesse ocorra naturalmente”, explica. “Após esse período, as crianças tendem a se desligar desses assuntos”. O perigo, segundo ela, está em obrigá-la a ingressar em rotinas religiosas cedo demais. “A atitude pode causar danos emocionais e afastar de vez essas crianças da religião, tornando-se um trauma na vida adulta”. 

Rita Kather é professora de psicologia da PUC-Campinas e tem uma opinião mais radical. Ela acredita que o reforço precoce de uma escolha, seja ela religiosa ou artística, dificulta o desenvolvimento e o interesse da criança por outras áreas. “Uma vez que essa criança começa a desempenhar bem o papel, raramente sua vida tomará outro rumo”, diz. “As crianças não devem ser incentivadas a tomar decisões logo nos primeiros anos de vida”. 

Rita ainda considera perigosa a exposição das crianças. “Nesta idade, nem as habilidades ainda foram totalmente desenvolvidas”, pondera. “A religiosidade é importante, mas esse contato da criança com o mundo religioso precisa ser suave. É nobre cultivar a religião para um mundo de paz, mas isso deve ser natural”. Para a professora, raramente a criança irá expressar nitidamente sua insatisfação em cumprir um papel que agrada aos pais. 
Ezequiel insiste que a vida da filha sempre foi saudável. “Ela teve uma infância tranquila, brincou, viajou o mundo. Conheceu lugares como a Europa, esquiou, fez coisas que eu não teria condições financeiras de bancar. E tudo isso por meio da pregação da Palavra”, compara. Hoje, Ana Carolina é líder da Mocidade, o grupo dedicado a jovens dentro de sua igreja, e auxilia o pai nos cultos. “É uma sensação indescritível ser pai de uma missionária. Creio que milagres não se explicam, não se justificam, e a minha filha é um milagre de Deus”, diz ele.

Data: 5/10/2011

Fonte: Ig / Portal Creio http://creio.com.br/2008/noticias01.asp?noticia=15533

quarta-feira, 14 de setembro de 2011

Oito dicas para ensinar crianças a administrar o dinheiro desde pequeno

Uol Notícias em 12/09/2011 - 07h00 

Oito dicas para ensinar crianças a administrar o dinheiro desde pequeno

 Ensinar desde cedo dá trabalho, mas garante que seu filho seja mais responsável no futuro
 Ensinar desde cedo dá trabalho, mas garante que seu filho seja mais responsável no futuro
  
Não é fácil controlar o dinheiro. Ao assistir televisão, no cinema, no restaurante ou caminhando pela calçada, sempre há uma propaganda chamando a nossa atenção, nos dizendo que aquele produto é garantia de prazer, felicidade e de uma vida melhor. Isso funciona com os adultos, e com as crianças não é diferente. Só que os pequenos dependem dos pais para comprar o que desejam. E aí é que vem a pergunta: como você lida com dinheiro?
Se você considera esta tarefa complicada, provavelmente não a aprendeu durante a infância. Via de regra, quanto mais cedo a criança aprende, melhor será sua educação financeira quando virar adulta. E o inverso também vale: se a família for descuidada com grana, a tendência é a criança relaxar.  “Um dos hobbies do filho é observar os pais. Se percebe que não há planejamento de gastos na família, ele absorve este comportamento”, diz a especialista em educação financeira Cássia D’Aquino, de São Paulo.
E não adianta querer “enganar” os pequenos e exigir deles uma disciplina que os pais não têm, como explica o especialista em educação financeira infantil Álvaro Modernell, de Brasília. “Muitas vezes, a família é totalmente descontrolada, mas quer que o filho tenha consciência. Todo mundo em casa compra o que quer menos ele, que tem de se privar para aprender o valor do dinheiro. A intenção pode ser boa, mas a criança acaba se sentindo rejeitada.” Confira dicas para evitar este e outros erros da educação financeira hoje e prepare seu pequeno para as responsabilidades do futuro.

Fale de notas e moedas
Em compras pequenas, como na padaria ou no jornaleiro, deixe que a criança pague e ensine-a a conferir o troco (mas, primeiro, acostume-se a fazer isso também!). Presenteie seu filho com um cofrinho – o modelo deve ter abertura, para tirar o dinheiro e contá-lo de tempos em tempos. Para a educação financeira ser bem sucedida, é preciso ensinar a cuidar das notas e das moedas. Geralmente, quando você troca as redondinhas por nota de papel, a criança não fica muito satisfeita, pois pensa que ficou com menos dinheiro. “Além de explicar que o valor é o mesmo, é legal dar uma carteira para ela guardar as notas e ensinar que dinheiro não se pode amassar, molhar ou rabiscar”, diz Cássia.

Tenha firmeza
Educar financeiramente dá trabalho? Sim, assim como em qualquer outra área. Às vezes, os pais cedem aos desejos do filho – querem que ele tenha o que não tiveram, que não fique triste, pensam que vão traumatizá-lo... Mas não tem jeito. “Se a criança tem tudo o que quer na hora que quer, provavelmente se tornará um adulto com baixa tolerância à frustração, não saberá ouvir ‘não’. Se tornará irresponsável com seus gastos e compromissos e terá muitas dificuldades na vida profissional e nos relacionamentos. Lidar com dinheiro vai além da questão financeira. Engloba os valores da família, os limites e a tolerância”, afirma a psicóloga Adriana Takahashi, de São Paulo.

Dê o exemplo
Os filhos se espelham nos pais.  “Se eles gastam tudo o que ganham e ficam em dívida, a criança entende que isso é o normal. Provavelmente, também gastará toda a mesada antes do final do mês”, explica Adriana. Gastar tudo sem pensar no futuro pode até acontecer quando os pais começam a dar a mesada. Mas nada de ficar com pena e dar dinheiro extra, para complementar o mês. O certo é ensiná-lo a esperar, administrar e poupar. “Este exercício de escolha e limite é fundamental na vida adulta. A criança começa a perceber que, se gastar tudo num dia, não vai sobrar nada para depois”, fala Álvaro.

Estipule a mesada ou semanada
Dar mesada ou semanada é fundamental: é uma oportunidade para o pequeno administrar o próprio dinheiro e se desenvolver financeiramente. “A partir dos seis ou sete anos, a criança começa a ter ideia do valor do dinheiro e a fazer pequenos cálculos”, diz Adriana. Por isso, o ideal é começar com a semanada, para ela gastar com sorvete, figurinhas ou outros mimos. A mesada é uma boa opção a partir dos dez anos, idade em que os pequenos começam a ter noção do que é um mês.

Pense na quantidade ideal
O valor ideal da mesada depende do orçamento familiar, do padrão de vida, do número de irmãos e do bom senso. Liste o quanto a criança pode consumir em idas ao cinema ou compras em passeios. Gastos como o lanche da escola não entram na conta: isto é obrigação dos pais. “Além disso, ela pode deixar de comer para comprar outra coisa. Dê o dinheiro do lanche à parte e peça o troco”, ensina Álvaro.
Para auxiliar os pais na quantidade, Cássia recomenda o seguinte cálculo: por semana, dê um real por cada ano de vida de seu filho. Assim, uma criança de oito anos receberia R$ 32 mensais, divididos em quatro parcelas. Avalie por um período se a conta está de acordo. “Se for muito pouco, os pais podem aumentar; se for muito alto, diminuir. Mas, se estiver em dúvida se dá R$ 10 ou R$ 20, opte pelo menor valor a princípio: a escassez funciona mais que a abundância”, acredita o educador.

Respeite a regularidade
Muito além dos números, o que mais importa na hora da mesada ou semanada é a regularidade. “Escolha um dia da semana, troque o dinheiro e entregue à criança sempre na data combinada. A disciplina é fundamental para a educação financeira”, explica Cássia. E isso vale mesmo com pais separados – neste caso, a palavra mágica é: acordo. Os dois devem acertar quanto e quando vão dar o dinheiro. “O ideal é que não passem da quantia combinada. Eles podem dividir o valor e cada um entregar uma parte ao filho, alternar as semanas ou os meses ou mesmo incluir o valor na pensão”, diz Álvaro.

Aproveite viagens e passeios
Está pensando em levar seu filho para a Disney? Mesmo que tenha o dinheiro para a viagem, é bacana que ele participe e ajude a economizar – seja com um mês ou um ano de antecedência. Já na terra do Mickey, a dica é estipular um valor que a criança pode gastar com todas as suas compras. “Ingressos, passeios e alimentação são por conta dos pais. Mas o ideal é colocar um limite para a compra de jogos, brinquedos, bichos de pelúcia e outros itens”, comenta Álvaro.

Recompense as tarefas extras
Muitos pais pagam ao filho para fazer tarefas em casa. A prática está liberada, desde que a grana não seja recompensa de suas obrigações, como arrumar a cama ou organizar o armário. “A criança pode receber um trocado para guardar os brinquedos do irmão que ainda é um bebê ou andar com o cachorro da família (mas só se o pet não for dela). Isso, porém, não é educar financeiramente, e sim empreendedorismo infantil”, explica o educador.

Fonte: ANGELA SENRA Colaboração para o UOL  Notícias


sexta-feira, 2 de setembro de 2011

Meditação: Problemas Com Heróis

Meditação: Graças te dou, visto que por modo assombrosamente maravilhoso me formaste… (Salmo 139:14)

Pensamento: Somos lindas obras de arte projetadas por Deus.

Leitura: Salmo 139:1-14.

Mensagem:
Problemas Com Heróis

            Quando criança, eu tinha um herói: Pete Maravich, um jogador de basquetebol que marcava muitos pontos e manuseava a bola como um mágico.
            O problema era o meu desejo de ser como Pete, o qual bloqueava a minha satisfação em ser a pessoa que Deus me fez. Ao perceber que nunca conseguiria jogar como Pete, fiquei desanimado. Por um tempo, até saí da equipe da faculdade, porque não conseguia igualar-me ao seu padrão.
            As crianças continuam fazendo esse tipo de coisa. Sentem-se infelizes em ser quem Deus as fez porque se comparam aos seus heróis “perfeitos”.
            A cantora gospel Jonny Diaz reconheceu isso e compôs uma canção chamada “Você a Mais Linda”. A canção começa assim: “Garotinha de catorze anos folheando uma revista; ela quer ter aquela aparência”. Algumas garotas gostariam de poder ser como a atriz Selena Gomez, da Disney, ou alguma outra atriz, da mesma maneira que eu queria ser como Maravich. Jonny canta: “Não poderia haver uma pessoa mais linda; não compre as mentiras…; você foi feita para cumprir um propósito que só você pode cumprir”. Jonny diz aquilo que outro compositor disse sob a inspiração de Deus há milhares de anos: “… [Somos formados] por modo assombrosamente maravilhoso…” (Salmo 139:14).
            Deus nos fez da maneira que Ele deseja que sejamos. Creia nisso. Você não poderia ser mais maravilhoso.

FONTE:
J. David Branon
Nosso Andar Diário – Ministério RBC
MENSAGENS Q EDIFICAM


-------------------------------------- “Pelo que, nem o que planta é alguma coisa, nem o que rega, mas Deus, que dá o crescimento”. (1º Coríntios 3:7)

quinta-feira, 1 de setembro de 2011

Projeto de incentivo pedagógico para formação de valores sociais para crianças


PROJETO DE INCENTIVO PEDAGÓGICO PARA FORMAÇÃO DE VALORES SOCIAIS PARA CRIANÇAS

1          APRESENTAÇÃO
O presente projeto tem a finalidade de promover auxílio pedagógico e educacional para a promoção de valores sociais de inter-relacionamento entre alunos do ensino básico, fundamental e médio, visando disponibilizar variados recursos didáticos com fundamentação de valores Cristãos com base bíblica, respeitando a orientação religiosa de cada aluno, e promovendo o incentivo de valores morais benéficos para a vivência comum; ex: respeito, altruísmo, bondade entre outros.

2          JUSTIFICATIVA
Considerando que a Escola tem papel definido na formação de caráter, é notório que este agente formador não atua de forma isolada no contexto de educação, devendo considerar outros agentes que por ora podem ser formadores ou deformadores de construção de caráter social como; família, amizades, mídias entre outros.

3          O PROJETO
Apresentar os vários recursos didáticos para uso aplicativo anexado ao ensino educacional nos valores de vivência social. Estes recursos possibilitarão ao Educador a opção de estar trabalhando com os alunos vários valores de moral, conduta e respeito, dos quais reafirmarão nos alunos que já predispõe destes valores a fixação graduada destes e nos alunos carentes destes valores a possibilidade de trabalhar, amadurecer e empenhar-se na lapidação de caráter de vivência, na promoção do respeito mútuo e demais valores benéficos.

3          OS RECURSOS - HISTÓRIAS BÍBLICAS IMPRESSAS E SUAS APLICAÇÕES
São materiais impressos em visuais coloridos, criados, desenhados e pintados pela Tia Priscila, Educadora atuante na Educação Infantil há treze anos. São Histórias completas para explanação e apresentação com visuais de tamanho 29 x 42 cm coloridos e com versículos coloridos, cada história possui uma temática diferente de vivência, totalmente aplicativa com incentivo aos valores morais para um ambiente de ótima vivência social, conforme apresentado neste documento.

4          DAS APLICAÇÕES E USABILIDADES DOS RECURSOS (HISTÓRIAS BÍBLICAS)


4.1      HISTÓRIA BÍBLICA IMPRESSA – ADÃO E EVA




1.     HISTÓRIA
ADÃO E EVA
2.     TEXTO BÍBLICO
Genesis cap. 1 e 2.
3.     VERSÍCULO CHAVE
E o sangue de Jesus Cristo seu filho no purifica de todo pecado.
1 João 1.7b
4.     OBJETIVO PRINCIPAL
Mostrar a criança como o pecado entrou no mundo e levá-la a entender que só o sangue de Jesus nos purifica deste pecado.
5.      OBJETIVO SECUNDÁRIO
Ensinar aos alunos que Deus deu a eles poder de escolhas, e que DEUS sempre os amará, pois já provou seu amor.
6. VALORES QUE PODEM SER TRABALHADOS NESTA HISTÓRIA
Perdão, Arrependimento, Confissão, Aceitação do erro e retorno ao procedimento correto, poder de Deus na criação, combate a tese da Evolução, sentido de Pecado (errar o alvo, deixar de fazer o certo), amor de Deus (fez vestes para o casal) e a justiça e pureza de Deus, (não aceitou o pecado, antes o condenou).




4.2      HISTÓRIA BÍBLICA IMPRESSA – DAVI





1.     HISTÓRIA
DAVI
2.     TEXTO BÍBLICO
I Samuel Cap. 16 e 17
3.     VERSÍCULO CHAVE
O Senhor é a minha luz e a minha salvação; a quem temerei? O Senhor é à força da minha vida; de quem terei medo?   Salmos 27-1
4.     OBJETIVO PRINCIPAL
Que a criança saiba que com Deus ela é forte, e por isso ela deve louvá-lo
5.     OBJETIVO SECUNDÁRIO
Ensinar aos alunos que Deus nos dá condições para vencer o mal, e que se optarmos pelo caminho bom DEUS estará conosco nos momentos de adversidade.
6. VALORES QUE PODEM SER TRABALHADOS NESTA HISTÓRIA
Convicção de sua fé, compromisso com as coisas certas (igreja, família, fé), confiança e fé no chamado de Deus (somos chamados para fazer o bem), envolvimento e participação (equipe) Esperança nas promessas e deixar Deus agir em nossa vida, mostrando sua vontade.



4.3      HISTÓRIA BÍBLICA IMPRESSA – DRACMAS




1.     HISTÓRIA
DRACMA PERDIDA
2.     TEXTO BÍBLICO
Lucas 15.8-10
3.     VERSÍCULO CHAVE
Porque o filho do homem veio buscar e salvar o que se havia perdido.
4.     OBJETIVO PRINCIPAL
Levar a criança a entender que ela é preciosa para Deus, e conscientizar os pais sobre a importância de cuidar da vida espiritual de seus filhos
5.     OBJETIVO SECUNDÁRIO
Ensinar aos alunos os valores de conservar as coisas boas e preciosas da vida, como o amor, a família, amor aos pais e aos amigos.

6. VALORES QUE PODEM SER TRABALHADOS NESTA HISTÓRIA
Você tem valor para DEUS, sua família e para a Igreja, mesmo que não perceba isso. Amor, altruísmo, união da família, esta história trabalha com a expressão de pais que tem seus filhos perdidos dentro de casa, ou crianças perdidas na casa de Deus, o ministério pode promover uma reunião com envolvimento dos pais e filhos promovendo o amor, união e laços familiares.








4.4      HISTÓRIA BÍBLICA IMPRESSA – JESUS








1.     HISTÓRIA
JESUS
2.     TEXTO BÍBLICO
Evangelho de Lucas
3.     VERSÍCULO CHAVE
"Porque Deus amou o mundo de tal maneira que deu o seu filho unigênito, para que todo aquele que Nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna." (João 3:16)
4.     OBJETIVO PRINCIPAL
Fazer com que a criança entenda que Jesus a amou tanto que deu sua vida por ela, e por isso ela pode louvá-lo
5.     OBJETIVO SECUNDÁRIO
Ensinar aos alunos que Deus os amou mais que tudo, e que independente das diferenças de cada um de nós DEUS nos ama  e nos aceita como somos, pois ELE é amor, trabalhar o amor.
6. VALORES QUE PODEM SER TRABALHADOS NESTA HISTÓRIA
Esta História apresenta o grande e imensurável amor de Deus, que sem medidas foi derramado por nós, isto nos ensina que quando sabemos aceitar o imenso amor de DEUS em nossas vidas, tão mais nós poderemos ser amáveis com as pessoas.




4.5      HISTÓRIA BÍBLICA IMPRESSA – JONAS





1.     HISTÓRIA
JONAS
2.     TEXTO BÍBLICO
Livro de Jonas
3.     VERSÍCULO CHAVE
Eis que o obedecer é melhor do que o sacrificar. 1 Samuel 15.22
4.     OBJETIVO PRINCIPAL
Que a criança perceba que a obediência a Deus é o melhor para nossas vidas
5.     OBJETIVO SECUNDÁRIO
Ensinar aos alunos que a obediência é o melhor caminho, e que sempre seremos recompensados quando obedecemos a DEUS, nossos pais e a sociedade organizada (leis etc).
6. VALORES QUE PODEM SER TRABALHADOS NESTA HISTÓRIA
Obediência é algo que DEUS gosta, e quando temos esta atitude em nossa vida de obedecer os pais e autoridades, nós somos recompensados por Deus, pois ELE sempre aprovou a obediência, sendo esta a conduta de uma pessoa que desejar ser bem sucedida.




4.6      HISTÓRIA BÍBLICA IMPRESSA – MARTA E MARIA






1.     HISTÓRIA
MARTA E MARIA
2.     TEXTO BÍBLICO
Lucas 10.38
3.     VERSÍCULO CHAVE
Buscai em primeiro lugar o reino de Deus e sua justiça, e as demais coisas vos serão acrescentadas.
4.     OBJETIVO PRINCIPAL
Levar a criança a ter Jesus como um amigo, e dar a ele o primeiro lugar em sua vida
5.     OBJETIVO SECUNDÁRIO
Ensinar aos alunos que as existem várias coisas importantes a se fazer em nossa vida, mas devemos priorizar as coisas que fazem bem a nossa vida como a família, estar junto de DEUS para ouvir dele a sua vontade para nossa vida.
6. VALORES QUE PODEM SER TRABALHADOS NESTA HISTÓRIA
Ansiedade e preocupações, correria e rotina da vida. Saber priorizar as coisas importantes da vida, sem pular as fases da vida como a infância, que é uma fase ótima. O lazer, amigos e tempo livre são ótimas coisas, mas não devemos de nos esquecer de estar em contato com DEUS para receber dele ajuda, força e fé para uma vida sadia e equilibrada.






4.7      HISTÓRIA BÍBLICA IMPRESSA – MOISÉS






1.     HISTÓRIA
MOISÉS
2.     TEXTO BÍBLICO
Êxodo. 1:8-22 e 2:1-10
3.     VERSÍCULO CHAVE
Lancem sobre Ele toda a sua ansiedade, porque Ele tem cuidado de vocês.   I Pedro 5 :7
4.     OBJETIVO PRINCIPAL
Mostrar a criança que Deus cuida de nós, pois tem planos em cada vida.
5.     OBJETIVO SECUNDÁRIO
Ensinar aos alunos que Deus sempre cuida de nós, e que ele tem poder para nos ajudar naquilo que venhamos contar com ele, e que DEUS tem poder para libertar qualquer coisa, vício, e atitudes que nós não temos condições de se livrar.
6. VALORES QUE PODEM SER TRABALHADOS NESTA HISTÓRIA
Ansiedade, preocupações excessivas, fé, esperança, curas, promessas de DEUS. A melhor opção na vida é estar dentro da vontade de Deus, e aceitar a vontade de Deus é um exercício de fé.



4.8      HISTÓRIA BÍBLICA IMPRESSA – NAAMÃ




1.     HISTÓRIA
NAAMÃ
2.     TEXTO BÍBLICO
2 Reis 5. 1-19
3.     VERSÍCULO CHAVE
“Porque os meus pensamentos não são os vossos pensamentos, nem os seus caminhos são os meus caminhos,” diz o Senhor. Isaias 55.8
4.     OBJETIVO PRINCIPAL
Mostrar a criança que Deus cuida de nós, pois tem planos em cada vida.
5.     OBJETIVO SECUNDÁRIO
Ensinar aos alunos que Deus tem um plano para cada vida, e o plano de Deus pode ser bem diferente de nossos pensamentos, mas é um plano que nos conduzirá a uma vida eterna e que fará bem ás pessoas que nos cercam.
6. VALORES QUE PODEM SER TRABALHADOS NESTA HISTÓRIA
Trabalhar o combate a Ira e a vingança, a rebeldia, ensinar os valores do amor de Deus. Ensinar que devemos amar nossos inimigos que  muitos que achamos ser nossos inimigos não o são, pois nosso verdadeiro inimigo é o diabo, que é o pai da mentira e vem sempre para matar, roubar e destruir.






4.9      HISTÓRIA BÍBLICA IMPRESSA – NOÉ





1.     HISTÓRIA
NOÉ
2.     TEXTO BÍBLICO
Gênesis cap. 6, 7, 8 e 9.
3.     VERSÍCULO CHAVE
Lancem sobre ELE toda a vossa ansiedade, porque ELE tem cuidado de vocês. I PEDRO 5.7
4.     OBJETIVO PRINCIPAL
Levar a criança a entender que Deus cuida de nós quando andamos com ELE, cuida de nossa família e quando aceitamos ouvi-lo; DEUS cumpre em nós suas promessas, se fazemos a sua vontade.
5.     OBJETIVO SECUNDÁRIO
Ensinar aos alunos que nem sempre fazer a vontade de DEUS ou seja as coisas certas seremos aceitos, muitos colegas podem nos intimidar a fazer as coisas erradas como nesta história, que nos mostra que DEUS sempre nos dará condições, ferramentas e nossa família para nos ajudar.
6. VALORES QUE PODEM SER TRABALHADOS NESTA HISTÓRIA
Família, união, troca de diálogos, cada um de nós tem sua importância no lar, na escola e na sociedade. Fé e esperança naquilo que DEUS prometeu e, além disso; a gratidão e a autenticidade de caráter, virtudes tão escassas em nossos dias, quando não existente pelos interesses pessoais.

4.10    HISTÓRIA BÍBLICA IMPRESSA – SUNAMITA


1.     HISTÓRIA
SUNAMITA
2.     TEXTO BÍBLICO
II Reis 4
3.     VERSÍCULO CHAVE
“estando plenamente convencido de que ele era poderoso para cumprir o que havia prometido” Romanos 4.21
4.     OBJETIVO PRINCIPAL
Levar a criança a crer que as promessas de Deus não falham, e mesmo se o inimigo nos tirar algo, Deus é poderoso para nos restituir
5.     OBJETIVO SECUNDÁRIO
Ensinar aos alunos que DEUS é fiel, e sempre cumpre suas promessas, desde que nós venhamos a também ser fieis a ELE e que DEUS nunca nos abandona.
6.      VALORES QUE PODEM SER TRABALHADOS NESTA HISTÓRIA
Vivemos num mundo sem segurança e garantias, mas Deus sempre tem cuidado dos seus filhos, por isso quando estamos ligados em Deus temos dELE a esperança, a ajuda no combate a ansiedade, paciência e perseverança, fé e propósitos.

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